Na Mídia
26 de outubro de 2022
Impacto no Brasil acontece aos poucos: o que há por trás do fenômeno quiet quitting?
Nosso sócio Gabriel Leonardos analisou, em entrevista à revista da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (ANEFAC) os impactos e crescimento da prática do quiet quitting: termo recém-criado para batizar um movimento que não encoraja, necessariamente, a saída do emprego; e, sim, o estabelecimento de limites por parte do colaborador.
De acordo com Gabriel, o fenômeno pode ser entendido como um movimento que procura equilibrar o tempo de dedicação ao trabalho, por um lado, e o tempo que uma pessoa dispõe para outras atividades (família, cursos, lazer etc.). “Nos tempos atuais, uma empresa que preza por uma cultura de trabalho com 8 horas por dia, 5 dias por semana, como o único regime admissível para todos os seus colaboradores, irá forçosamente perder talentos e criatividade. Os novos modelos de trabalho, mais flexíveis, devem ser adotados sempre que possível, por toda empresa moderna”, avalia.
Leia a matéria na íntegra clicando aqui.
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